Se Desassosegue também

Ilheense Desassosegado é onde se publica escritos por mim e nossos membros (traduções e/ou artigos de outros sites da Web) apresentamos artigos, fotos e outros para leitura, publicação ou uso Copyleft.
Todos aqui podem ter o interesse de aprender mais, cooperativamente e coletivamente. Nosso objetivo não é ensinar ou de ser tutor, mas o intuito é melhorarmos coletivamente, assistindo-se mutuamente e medrarmos através de um fluxo constante de informações. Acreditamos que "Information want to be free" (a informação quer ser livre) e tornamos ela livre através do corpo-a-corpo comunicativo emergido a partir do jogo educativo de modificações, disecagens, ajustes e discussões.
Enfim, tentativas frutíferas para compreender a tecnologia à nossa volta e dar novos propositos para ela, bem como inserir-lá nas visões criativas individuais. Discutir abertamente qualquer coisa e tudo em nossos artigos, e secções. Não venham esperando um tutorial gratuito na suas áreas de interesse pessoal ou você vai ficar desapontado. Lembre-se, isto não é um restaurante com congeladores abarrotados de conhecimento para que você simplesmente puxe para fora algo pro seu menu livre, mas sim uma pequena clareira nessa selva, onde uma enorme quantidade de missionários-eletrônicos, libertadores, artesãos-combatentes e mulheres entrem para compartilhar, intercambiar e difundir essas informações.
E encontrar-se, livre e/ou modificado depois disso.
Nada mais.
Bem-vindos ...

segunda-feira, 29 de junho de 2009

E se os Sistemas Operacionais fossem mulheres?

Linux é uma mulata gostosona mas meio feia de rosto com quem voce tem que conversar horas no boteco sobre ecologia e o embargo a Cuba antes de levar pra cama.Mac é uma patricinha, linda mas cheia de vontades, só sai com quem tem carro importado. Todo mundo admira mas poucos tem acesso.

Windows XP é uma baixinha ninfomaniaca que bebe demais, vomita no seu sapato e desmaia na porta do quarto. Todo mundo pega, mas na hora H falha.

Windows Vista é a mesma baixinha de salto plataforma, implante de silicone e um amigo gay que nao desgruda dela e não deixa ela beber tanto. Mais bonita que a XP, mais segura, mais complicada, mas no fundo é a mesma coisa.

Arnaldo Jabor

Grafites Alucinantes

Alguns gratifes feitos ao redor do mundo que são ultra bem feitos. Feitos em faixadas e em muros das ruas...


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Rio será primeiro estado 100% coberto por banda larga gratuita, diz Cabral

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, afirmou nesta sexta-feira, 26, que o estado será o primeiro totalmente coberto com internet em banda larga gratuita, ao inaugurar o serviço nos bairros de Ipanema e do Leblon, do secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso.

Os moradores de Copacabana, da Favela Dona Marta e da Cidade de Deus já tinham acesso à internet em banda larga gratuita. Segundo Cabral, em pouco tempo, o serviço será estendido à Rocinha e à Baixada Fluminense. Na avaliação do governador, o Rio vem fazendo uma revolução silenciosa, ao promover a inclusão digital gratuita. "Hoje as nossas escolas já estão quase todas com acesso gratuito ao serviço da internet em banda larga e são ícones de inclusão digital", disse durante solenidade realizada na Praia de Ipanema, na zona sul da cidade.

Segundo Cabral, o governo fluminense já dispõe dos R$ 4,5 milhões necessários para levar o serviço gratuito ao subúrbio a partir da Avenida Brasil, abrangendo todas as comunidades adjacentes. "É uma alegria muito grande que o Rio de Janeiro possa se transformar muito rapidamente na cidade da inclusão digital. E o estado também, com a Baixada Fluminense e o interior. É uma revolução."

A Coordenadoria dos Programas de Pós-Graduação e Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) é responsável pela parte técnica do programa Orla Digital. As informações são da Agência Brasil.

domingo, 28 de junho de 2009

10 músicas em versões Nerd

Achei essa no Blog do Cassano.
10 músicas em versões Nerd

1. Pen drives me crazy
2. Rock around the overclock
3. Quando o Sun bater no Windows do teu quarto
4. Backup (Yesterday)
5. Flashdance, Flexdance e Javadance
6. Another Wii in the Wall
7. Me apaixonei pelo avatar errado
8. We will iPod you
9. Opera Mobile do Malandro
10. F1! (Help!)
Adotei em minha casa desde 2007 o 'esquema' de neutralizar o carbono emitido por nós - isso mesmo, minha casa é carbon free. Ainda temos muito o que fazer aqui em casa com relação ao consumo, desperdício, o lixo e etc... Mas vou dar um how to pra vocês usar o mesmo método na casa de vocês e façam da sua casa carbon free também.
1º - Acesse o site Iniciativa Verde, e com a Calculadora de carbono calcule quanto carbono sai de sua casa. Este site te dará uma resposta em quantidades de árvores que você deve plantar.
2º - Depois de saber quantas árvores você tem que plantar para neutralizar o carbono acesse o site Click Árvore faça o seu cadastro e plante as arvores clicando na imagem PLANTAR.
3° - Tem também o site gringo The Rain Florest no esqueme clique e plante. Ajude a protejer os ecossistemas naturais.
E pronto sua casa estará neutralizando o carbono emitido por ela... Agora você fez dela carbon free também.
Pratique o que você prega.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

RapidShare multado em 34 milhões de dólares



Por Peçanha


A corte regional de Hamburgo, na Alemanha, multou o site de troca de arquivos RapidShare por hospedar músicas ilegalmente. De onde eles tiraram essa ideia de conteúdo pirata no RapidShare? Eu jurava que os quase 3 milhões de usuários do site compartilhavam somente fotos de família e filmes caseiros feitos em celular. Que “surpresa”.

Processados pela GEMA, uma instituição que representa 65 mil compositores e músicos ao redor do mundo, a RapidShare ainda será obrigada a impedir que qualquer uma das 5 mil músicas do acervo da entidade sejam disponibilizadas em seu site, uma tarefa bem difícil, já que muitas vezes essas músicas são enviadas em arquivos .zip com senha.

Toda vez que um julgamento como esse acontece eu sempre tenho a impressão de que algo está muito errado ou alguém está recebendo muito bem para isso (o que também é errado). Como você pode culpar um site de hospedagem de arquivos pelo conteúdo que outras pessoas colocam nele? É uma discussão que já dura anos, mas geralmente quem sai ganhando são as grandes gravadoras e empresas do setor.

Então, vocês acham esse tipo de sentença justa?

Link: Ouch! German Court Slams Rapidshare With $34 Million Fine (TechCrunch)

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Industrial Virtual Reality Expo & Conference (IVR Expo 2009)

Começou no Japão a Industrial Virtual Reality Expo & Conference (IVR Expo 2009) no Tokyo International Exhibition Center(Tokyo Big Sight). A exposição vai do dia 24 ao dia 26 deste mês. Veja uma amostra do que se pode ver por lá.






O deslocamento da libido para o social e a mídia

Entre as mudanças ocorridas nas famílias a partir dos anos 60 está a perda do seu poder regulador, da privacidade do casal e uma hipótese preocupante: a mídia passa a ter função de juízo crítico.

Por Rubens Zaidan

O telefone da Redação de uma emissora de tevê toca insistentemente. Do outro lado, uma voz ansiosa.

"É o seguinte: tem um vizinho ameaçando a minha família. Ele bebe muito, não gosta do barulho das crianças. Discutimos várias vezes e agora ele ameaça invadir minha casa. Vocês podem mandar uma equipe pra cá?"

O jornalista, surpreso, dividindo a atenção entre a conversa e o texto incompleto, teve calma suficiente para perguntar:

- Você chamou a polícia?

- Polícia?! Não, ainda não!

- A gente só faz reportagem e registra o que está acontecendo. E se ainda você corre perigo de sofrer uma agressão, tem que chamar a polícia.

O diálogo, rigorosamente verdadeiro, é mais um pequeno exemplo da importância da mídia, no dia–a–dia das pessoas. Batendo na mesma tecla, mas em outro tom, é importante refletir sobre o papel e a função dos veículos de circulação e comunicação de massa.

E para cada um de nós, como fica a função da mídia dentro de nossas cabeças? Até que ponto mexe com a nossa privacidade? Com as referências familiares e sociais?
O que se sabe é que todo dia estamos "respondendo" de alguma forma aos estímulos, propostas e "ordens" dessa indústria cultural " especialmente a tevê " que nos induz a adotar um novo bordão (lembra dos bordões que Jô Soares e Chico Anysio criaram ao longo dos anos?) ou utilizar um tipo de roupa, de carro. Sem contar, os modismos criados pelas telenovelas, que se infiltram subliminarmente no inconsciente. Basta observar como as tramas da novela das oito da Globo acabam sendo referência para pessoas que vivem problemas semelhantes aos dos protagonistas.

Novela com muita separação de casais, por exemplo, é batata. Logo, logo, uma porção de gente acaba indo pelo mesmo caminho. Quantos divórcios ou desquites, não teria provocado na época "Malu Mulher", por exemplo, que escancarou a justa bandeira dos direitos femininos? Daí a tentativa (não aceitável) de controle político do veículo por todos os governos por causa da eficiência do sistema audiovisual.

Já pensou usá–lo para fazer uma "revolução cultural" no País, com programas educacionais? Quem gosta desse assunto, não pode deixar de ver o filme "Boa Noite, Boa Sorte", dirigido pelo ator George Clooney, que mostra a importância de uma equipe de jornalistas da CBS, liderados pelo âncora Ed Murrow, na luta contra o famigerado senador Joseph McCarthy, que via comunistas em todo lugar.

José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, "que durante décadas implantou a Rede Globo e criou o exaustivamente copiado 'padrão Globo de qualidade'", é um dos poucos homens de mídia que sabia exatamente o que estava fazendo: "condicionando" platéias e cativando audiências.

Plim…Plim… associa a imagem da Globo, com som marcante, cores quentes, tal qual um Pavlov moderno, que se socorreu em Skinner também (conscientemente), para gerar comportamentos desejados. A emissora sempre procurou cumprir o que prometia para não frustrar o telespectador. Prometia um presentinho e sempre dava para criar hábito e dependência. O telespectador, é bom lembrar, é bombardeado também pelos técnicos de publicidade, que associam os produtos em promoção nos comerciais a imagens prazerosas (comida, sexo, belas paisagens) para aumentar o consumo.

Vance Packard, no clássico, "Arte de Convencer", explica como é possível a pessoa comprar um refrigerante ou uma marca de cerveja induzido, inconscientemente, pela carência de carinho, sexo ou poder. Atualmente, a publicidade vende também a inclusão social e os segundos de celebridade.

O próprio Boni acreditava que os modismos criados pela TV eram temporários e não ameaçavam a "integridade" dos telespectadores. Será?

A coisa se complica quando a gente aprofunda um pouco mais o papo e verifica que a mídia tem tudo para ocupar um dos conceitos que a Psicanálise chamou de "constelação familiar". A TV pode tomar o lugar, na mente das pessoas, do pai, mãe ou parentes íntimos?

Teses de especialistas mostram que entre as mudanças ocorridas nas famílias a partir dos anos 60 está a perda do seu poder regulador, da privacidade do casal e o que é mais preocupante: há uma hipótese de que a mídia passa a ter função de juízo crítico.

E por aí vai: nos anos 70 a publicação da intimidade familiar e de lá para frente, veio a publicação da vida íntima, privada e particular. É uma coisa complicada, para especialistas que acreditam no deslocamento da libido para o social e os meios de comunicação… Com a chegada da internet então, surge mais uma tecnologia a se apropriar das atividades imaginárias.

Da próxima vez que assistir TV, mexer no computador, desconfiar de uma manchete esquisita, não se esqueça, portanto, de que nem tudo é o que parece. Principalmente no mundo encantado das mídias.

Por que não criamos um banco open source?

Imagine um banco comum. Mas como uma diferença: um banco open source, para praticar um capitalismo colaborativo, sem fins lucrativos. Um Wikibanco, onde o correntista é também acionista.

Por Roberto Cassano

Basta pôr a cabeça para fora de nossas janelas para percebermos que estamos cercados de instituições falidas. O comunismo nunca veio e já foi. Nosso Governo, nosso modelo republicano constitucional foi milimetricamente projetado para nunca, jamais, funcionar direito. O capitalismo está aí, firme e forte nos drive–thrus piscantes e nas crianças cheirando cola. As ONGs sofrem, em geral, de uma brutal miopia. Só enxergam o que querem, ou se afundam numa utopia disfuncional.

Só uma coisa parece funcionar, pelo menos para quem, como eu, acompanha de perto tanto o mundo dos flanelinhas nas calçadas como o universo virtual da internet: a criação colaborativa. O Wikimundo.

A Wikipedia, enciclopédia aberta em que qualquer um pode alterar ou inserir conteúdo e que qualquer um pode consultar e reproduzir, é apenas um dos mais recentes exemplos de um capitalismo sem fins lucrativos. Um capitalismo colaborativo. Desde seu nascimento, a World Wide Web tem dependido tanto dos bilhões de dólares que escoam pelas bolsas de valores como do esforço de abnegados visionários que criam as coisas não (só) pensando em ficar rico, mas em compartilhar coisas legais. Em permitir que o mundo (afinal, SEU mundo) seja melhor. Mais simples. Mais rápido. Mais bonitinho. Mais cool.

Nenhum desses grupos - da força–tarefa por trás do DIVx, o equivalente ao MP3 para filmes e vídeos aos pingüins fanáticos do Linux - abre mão das mecânicas capitalistas. Todos têm uma paixão inata por tecnologia e pelas maravilhas da grande indústria. Todos usam marketing, e, à medida em que se profissionalizam, acabam por constituir empresas praticamente comuns.

Neste ponto, muitos são cooptados pela máxima perversa do “o objetivo é o lucro”, ou pela raiz–de–muitos–males do “retorno máximo para o acionista”. Mas nem sempre é assim. E nem precisa ser. É possível obter o lucro sem explorar o próximo. É possível gerar riqueza e distribuí–la. É possível que esse “acionista” seja a gente.

Imagine um Wikibanco. Para todos os efeitos, um banco comum. Tem produtos, serviços, tecnologia, recolhe o dinheiro de seus correntistas e o aplica em empresas, manipula em títulos, mercados. Enfim, um banco. Digamos que, como todo banco nesse País, ele dê, sei lá, R$ 1 bilhão de lucro no final do ano. O que fazer com esse dinheiro? Lembre–se que, como falamos de lucro, todos aqueles que trabalham na operação já receberam seus (justos) salários. Não estou propondo filantropia aqui. Trabalhou, ganhou.

E aí? Um banco normal reinvestiria parte dessa bolada e outra parte seria embolsada por seus acionistas (em geral, uma família trilhardária e centenas de pequenos investidores). Mas poderia ser diferente. E se essa grana toda (fora o reinvestimento) fosse toda distribuída a seus milhares de correntistas? Teríamos aí a figura do correntista–acionista. E nada mais justo! É o dinheiro dos correntistas que faz o banco. Com esse retorno acabaríamos chegando, por um equilíbrio natural, a valores justos de tarifas, serviços etc. Um banco do bem.

Será que ele funcionaria? Será que a ânsia colaborativa dos correntistas–acionistas permitiria que ele fosse lucrativo? Será que os administradores (eleitos ou auto–impostos como o pai da Wikipedia) resistiriam à tentação de embolsar algum dindim a mais? Só tentando.

É possível ser ético. É possível fazer o bem. A gente só não está acostumado a isso. Mas se dá para fazer até um banco que gera e distribui riqueza, que seja eficiente (mais uma vez). Não proponho caridade. Não é o Banco da Providência. O ser humano tem um DNA complicado demais pra viver de esmola). Se até um banco pode ser do bem, todo o resto é possível.

É só fazer. Chega de cooperativas de catadores de conchas. A gente pode ir mais longe. Alguém se habilita? A idéia é open source, isto é, livre para quem quiser tocar. E fazer o mundo um pouco melhor. E um pouco mais cool.

Prototype Widdooo

Veja esse site com pinturas feita com uma técnica daquelas de Jardim de Infância onde se espalha tinta com água. veja mais no site Prototype Widdooo.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Consumidores se dividem em tribos de 'heavy users' e desencanados

Por Felipe Serrano e Rodrigo Martins

São Paulo, (AE) - Flávio Higuti, 30 anos, troca de celular pelo menos uma vez por ano. Melissa Yafuso, 32 anos, só troca quando o aparelho quebra, mesmo que isso leve anos para acontecer. Os dois são namorados. Só que com perfis tecnológicos bem opostos. Ele fica todo empolgado com os "lançamentos revolucionários" de cada semana e não perde a oportunidade de ter um equipamento novo, ela não se importa em só usar funções básicas e não vê nada demais em carregar um aparelho que não esteja na crista da onda. Minha atitude é identica a da Melissa só troco quando quebra. Ainda tenho um W200i - de 2005 eu acho - funciona bem que é uma beleza.
Ambos ilustram uma mudança no consumo. E na indústria. Os eletrônicos foram adotados por todas as classes, não são mais "coisa de rico". E, se há algum tempo, havia poucos produtos e eles eram caros, agora há modelos em todas as faixas de preço. Com isso, o perfil de quem compra mudou. Há quem queira sempre o mais moderno - são os heavy users, usuários avançados. Mas há quem ache que as funções dos velhos já são suficientes e por isso não trocam de equipamentos a toda hora - estes são os desencanados digitais.
E em cada um desses perfis ainda há subdivisões. "Entre compradores compulsivos, há os que fazem isso pois realmente usam todas as funções e outros que compram por status", explica a pesquisadora Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisa de Psicologia em Informática (NPPI) da PUC-SP. "E entre quem não compra, há os que têm aversão e outros que acham muito caro pagar por funções que não usarão."
É este último o caso de Melissa. Ela está com o mesmo celular, bem basicão, há dois anos. E só vai trocá-lo porque ele está com defeito. O iPod dela tem 4 GB e ela não quer o modelo com capacidade de 120 GB. O notebook é só para navegar na web. "Não preciso ter o mais moderno. O que importa é servir para meu uso", diz ela, que não cede aos pedidos do namorado para comprar o topo de linha. "Meu próximo celular terá de durar quatro anos."
Flávio, por outro lado, é um heavy user. Assim que sabe de uma novidade, pesquisa, vai a lojas para por as mãos no aparelho. E se gostar, compra, mesmo que seu notebook, por exemplo, tenha só meses de uso. "Não é só ter o mais moderno. A questão é que, quando equipamentos novos são lançados, quero saber as funções. Se for melhor que o meu, compro", diz ele, que já acha TVs LCD obsoletas e está de olho na moderníssima TV LED. "Gosto de estar atualizado. Quando vou à casa da minha namorada, levo o meu próprio notebook. O dela é muito lento."
Nem tão distante - Embora pareçam vindos de planetas distintos, pessoas como Flávio e Melissa, com perfis tecnológicos bem diferentes, se encontram em um momento da cadeia de consumo: a compra e a venda de usados.
O designer Rodrigo Diniz Rosa, 26 anos, troca de notebook e smartphone a cada seis meses. Para sustentar seu "vício", além de pedir aumento nos limites de cheque especial e de cartão de crédito, ele vende pela internet e a amigos seus eletrônicos antigos. "Só compro equipamento novo quando consigo vender o antigo", garante.
E são pessoas como o técnico Marcos Eduardo Silva, de 30 anos, que compram. Ele não liga em ter aparelhos mais velhos e diz que é dessa forma que consegue eletrônicos com funções bacanas por preços mais baixos. Ele já comprou notebook, celular e até home theater de segunda mão. "Não preciso estar com tudo do mais moderno. E, diferentemente de muita gente que compra tudo novo, uso todas as funções. E pago até 70% menos."
Achei o vídeo abaixo e tem muito sentido com a que está escrito acima observe nos dados escritos que aparecem durante vídeo, são espantosas essas estatísticas:

terça-feira, 16 de junho de 2009

Os 10 filmes estrangeiros mais importantes da última década

A revista Paste produziu uma lista com aqueles que considera ser os 25 filmes estrangeiros mais importantes da década. Segundo a publicação, a ideia surgiu da necessidade de mostrar ao mundo que há muito cinema de qualidade além de Hollywood. A revista afirma o seguinte: "diga o que quiser a respeito do atual estado do cinema dos Estados Unidos, mas existe uma verdade que os cinéfilos consideram ser quase incontestável: ano após ano, muitos dos melhores filmes são importados de países ao redor do mundo".
O brasileiro "Cidade de Deus", de Fernando Meirelles, ficou em 4º lugar na lista, que está muito bem representada, com obras européias, asiáticas e mexicanas. Na América Latina, além do filme do Brasil, há também um colombiano.
Veja abaixo os 10 melhores estrangeiros da última década: são dramas, épicos, animações, comédias, cinebiografias, etc.
1º. O Labirinto do Fauno (México, 2006)
2º. O Tigre e o Dragão (China, 2001)
3º. O Escafandro e a Borboleta (França, 2007)
4º. Cidade de Deus (Brasil, 2003)
5º. Fale com Ela (Espanha, 2002)
6º. A Viagem de Chihiro (Japão, 2001)
7º. Amor à Flor da Pele (China, 2001)
8º. A Vida dos Outros (Alemanha, 2006)
9º. Amores Brutos (México, 2000)
10º. Caché (França, 2005)

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Copa das Confederações


Pra quem curte futebol, começou a Copa das Confererações tudo sobre a competição no site ofical da FIFA .

domingo, 14 de junho de 2009

Objetividade?

E ai eu cheguei junto. Dancei, sorri, ela sorriu, feliz, ficou fazendo caras e bocas e depois me deu a noite inteira de conversa. Na hora do vamos ver não quis, disse que tinha namorado, prontamente retrucado que não sou ciumento.
Acho que foi o “que não sou ciumento” que melou o clima. Ou será que foi realmente o fato de ela ter namorado? Ou alguma merda que falei no meio do caminho. Enfim. Que conversa de mulherzinha, mas é foda, ela me fez sorrir a noite toda, me fez achar que íamos dormir juntos, jogou todo o seu charme e depois disse que tinha namorado. É cada uma.
Diante dessa situação me pergunto se realmente seria ruim se as pessoas fossem sinceras logo de cara uma com as outras. Coisa do tipo: “Oi, prazer, Jimbow”. Dois beijinhos. “Prazer, Clara”. Um belo sorriso de ambas as partes, engatando logo um “Já estava há um bom tempo te curtindo ali, a distância. Resolvi encurtar. Essa globalização não tá com nada, o negócio é regionalizar” e ela responde “Totalmente de acordo, a distância torna tudo muito impessoal”. Você manda outra: “Tou no auge da vibe do whisky, tem uma pedra em cima do morro, e ai, rola?” E ela pode responder: “Quando for amanhã, vamos lá hoje!”.
O que vale é a objetividade da coisa. Se a gata estiver “namorado” ela já manda essa do “namorado” porque vai saber suas intenções afinal, ninguém fica conversando a balada toda para virar melhores amigos. O problema é que o ritual do acasalamento animal insiste em permear a sociedade homo sapiens.
Seria interessante se a conversa fosse plenamente desenvolvida na fila para pagar a conta, que as vezes é bem extensa, dentro do carro a caminho da casa do amor, antes e durante, no melhor estilo sincero-romântico-tarado, com carinho e beijinho de despedida. Pode até ser que desse namoro afinal de contas, química é foda.

sábado, 13 de junho de 2009

O misterioso vôo na maionese de José Sarney


Vi essa no Blog do Taz e nada melhor pra estrear essa nova sessão Porno_política do Ilheense Desasosegado do uma dessa. O dinossauro da política nosso ilustre senador José Sarney o ás da maracutaia tupiniquim.
A semana foi, novamente, um nocaute para José Sarney. Foi encontrado um neto dele, contratado ilegamente no Senado. O gajo foi imediatamente afastado. Com um detalhe nefasto: por um ato secreto, para que sociedade não fosse informada. E, como se a palhaçada não estivesse suficiente, no lugar do neto, foi contratada a mãe do mesmo!
Entenda a tramóia: Dona Rosângela Terezinha Gonçalves, casada com um filho de Sarney, foi contratada depois que João Fernando Sarney, seu filho, foi exonerado. O pai de João é Fernando Sarney, filho do presidente do Senado.
Enquanto isso, como foi a semana de Sarney? Almoçou com Boni no Gero, restaurante dos Jardins em São Paulo, onde degustaram um Chateau Petrus, vinho que vale a bagatela U$ 5 mil a garrafa; foi à festa de casamento de Agaciel Maia, ex-diretor do Senado, pivô de todos os recentes escândalos, um autêntico "Papai Noel" dos congressitas, como aponta o jornalista Josias de Souza em seu blog.
Hoje, para fechar a semana em grande estilo, Zé Sarney rabisca seu textinho semanal, publicado na Folha, com o seguinte título: "O mistério do AF 447". O beletrista cita Camões, Guimarães Rosa, mas não dá um pio sequer sobre o que todos nós queremos saber: o mistério da caixa preta do Senado.
Como se vê, Sarney não teme a opinião pública. Está rindo da minha, da sua, da nossa cara, nobre internauta. Como leitor do jornal, sinto minha inteligência e meu bolso sendo desrespeitados com a publicação dos devaneios desse senhor.

Mulheres interesseiras

Por Felipe Gomes

Qual homem que tem dinheiro / carro nunca foi vítima desse tipo de mulher?
Ou vocês mulheres, aquela que nunca conheceu uma amiga interesseira (e falou muito mal dela pelas costas) que atire a primeira pedra!

Hoje em dia esse tipo de mulher é muito comum, principalmente em baladas e faculdades.
Chega até a ser curiosa a quantidade (e variedade) de histórias que já ouvi e vivi a respeito.
E isso é tão evidente, que quando tive meu primeiro carro, minha mãe não se cansava de falar: filho, tome cuidado que tem muita mulher interesseira por aí que vai se aproximar de você, mimimi… Como se isso me incomodasse.

Mas se ela parasse pra pensar, veria que isso pode até ser um jogo de troca, muito justo, por sinal. Pois elas se interessam pelo meu carro e dinheiro, eu também me interesso por algumas coisas que elas têm (não preciso ser muito explicativo, né?), então no fim dá na mesma!

Sou um cara que tem muitas amigas e por isso minha bagagem é bem grande pra falar de mulheres interesseiras, pois muitas dessas amigas têm essa característica.

Várias vezes, conversando com elas, de repente uma solta: aquele menino é bem mais ou menos, mas é playboyzinho, eu ia fácil!

Outro tipo de interesseiras são aquelas que se referem aos caras pelo nome do carro:
- Meeeu, você nem sonha quem eu beijei ontem.
- Quem?
- O Rafinha!
- Que Rafinha?
- Aquele do Golf vermelho.
- Ahhhh sim… lembrei!

Conversando com a Rose hoje, fiquei sabendo que existem até garotas que dão bola para um cara pelos tênis que o danado tem. Nike, Adidas e Puma é sinal verde; Olympikus, Rebook sinal vermelho; Kichute então, não passa nem perto. Não sei se é cômico ou trágico, mas engraçado é!

Existem vários outros tipos – engraçados e bizarros - de mulheres interesseiras, mas se eu for falar de todas, vou acabar deixando o post longo demais.

“Ju Duoqi!! Para de brincar com a comida!!!”

Se a mãe de Ju Duoqi tivesse insistido nesse sermão quando a artista chinesa era menor, não teriamos hoje este curioso post sobre quadros e seus vegetais.

“No verão de 2006, eu comprei vários quilos de ervilhas, e me sentei quietinha por dois dias descascando-as, antes de enfileirá-las num arame e transformar o fio numa saia, uma blusa, um enfeite de cabeça e uma varinha mágica. Eu usei o controle remoto para tirar uma foto de mim mesma usando isso tudo e me chamei de Miss Ervilha. Esse foi meu primeiro trabalho com arte vegetal”.

A tal arte evoluiu, e hoje Ju Duoqi possui réplicas de quadros famosos que vão desde A Santa Ceia até O grito. Veja abaixo algumas obras.

O três de Maio 1808 - Francisco de Goya

Mona Lisa - Leonardo da Vinci

A liberdade liderando o Povo - Delacroix

sexta-feira, 12 de junho de 2009

'Alt + números' = Atalhos


¿¿¿¿¿

Essa é ser ve pra quem escreve perguntas em espanhol, ou alemão ou outra lingua com 'letras' e caracteres estranhos em um teclado ABNT, sabe-se que não existem uma tecla com o caracter '¿' por exemplo num ABNT. Mesmo se você estiver em um teclado gringo funciona esses truques.(não pode ser chinês, coreano ou japônes - caralho aí é foda). E tem outros truques se o ambiente permitir.
Tudo sobre isso para quem quer atalhos usando 0 'Alt + número' está no Blog IT Tips.

No linux digite %SystemRoot%\System32\charmap.exe

Mais em: 
http://www.asciitable.com/ 
http://www.ascii-table.org/

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Comércio via celular

por Adriano Filadoro

Conhecidos como m-commerce (mobile commerce), os pagamentos via telefonia móvel vêm sendo viabilizados. Tanto os sistemas financeiros como as operadoras estão atingindo sua maturidade no que se refere à nova tecnologia. Em breve, as pessoas não sairão de casa nem com dinheiro, nem com os vários cartões que estão habituadas a carregar. Toda transação será realizada via dispositivo móvel.
Há várias tecnologias disputando qual delas será adotada como padrão para pagamentos físicos e virtuais. Afinal, o número de celulares em uso no Brasil é praticamente igual ao de sua população – mais de 180 milhões. Apesar de muitas ferramentas estar em testes, pagar uma conta fazendo uso do aparelho celular oferece o mesmo nível de segurança de uma transação bancária via internet. Ou mais.
Os dados pessoais do usuário estarão sempre criptografados, podendo ser acessados somente se o cliente digitar sua senha. Trata-se de um procedimento muito parecido com o débito automático. Basta aproximar o celular a um leitor habilitado (POS), conectado a um terminal. As informações são transmitidas pelo telefone através de uma antena de curto alcance e a informação de pagamento é processada rápida e seguramente.
Como toda nova tecnologia implantada, a popularização do m-commerce dependerá de oferecer vantagens competitivas, principalmente em termos de custo e praticidade. Outro detalhe importante e que previne problemas é o estabelecimento de um teto para algumas transações comerciais em tempo real.
Para compras acima desse valor, a operação não seria mais semelhante ao débito automático, e sim ao cartão de crédito tradicional.
Há muito, ainda, que nos acostumarmos com as novas tecnologias. As redes 3G têm tudo para se transformar num divisor de águas. Porém, ainda representam cerca de 1% da base instalada. Para melhor compreensão, o 3G é o novo grande passo da tecnologia móvel.
Há três modos opcionais de 3G: o W-CDMA (wireless code division multiple access), muito usado na Europa e em alguns países asiáticos; o CDMA (code division multiple access), adotado na América do Norte; e o TDD/CDMA (time division duplex/CDMA), utilizado na China.
No Brasil, ainda não há definições a esse respeito. Em anos recentes, foram realizados muitos avanços em termos de protocolos, padrões, infraestrutura e aceitação do conceito m-commerce. Mas, a maior preocupação continuam sendo as limitações relacionadas a memória, bateria e segurança.

(*) Adriano Filadoro é consultor e diretor de tecnologia da Online Brasil.

Rede sem fio gratuita cobre cidade do Piauí

Internet sem fio gratuita em toda a cidade é um sonho que parece muito distante. No único cantinho litorâneo do Piauí, no entanto, isso já virou realidade. A cidade de Parnaíba, ao norte do estado, está em processo de implantação de internet gratuita para mais de 140 mil habitantes e em locais estratégicos nas áreas de educação, saúde e segurança. O projeto é da Motorola e está sendo realizado pela Safety Way em parceria com a Interway, como parte da primeira fase do projeto Parnaíba Digital, que tem como objetivo democratizar o acesso à informação para toda a população com o uso da internet. A interligação das secretariais municipais e da Câmara dos Vereadores foi o primeiro passo, seguido pelos órgãos de saúde e de segurança pública, como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e as instalações da Academia de Polícia Militar. Após a finalização desse processo, mais de 100 escolas receberam conexão à internet, para uso dos alunos em sala de aula e também para o aperfeiçoamento dos professores e a melhora na comunicação entre os departamentos. Assim, com as chamadas “ilhas Wi-Fi”, a população e os turistas de Parnaíba já contam com acesso à internet sem-fio no Aeroporto Internacional João Silva Filho, no Terminal Rodoviário Interestadual, na Praça de Eventos, Universidades Federal e Estadual do Piauí, Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) e Porto das Barcas. A segunda fase do projeto contemplará a instalação de câmeras digitais sem fio em pontos estratégicos de Parnaíba, que transmitirão as imagens para uma central de vigilância da Guarda Civil Municipal. Além disso, está prevista a conexão de todo o sistema público de saúde à rede, o que favorecerá a população no agendamento de consultas e no levantamento de histórico clínico dos pacientes. O projeto também beneficiará a área da educação pública, que prevê a inclusão digital dos estudantes com o desenvolvimento de bibliotecas virtuais nas instituições de ensino, além da criação de telecentros.Parnaíba está localizada a 330 quilômetros de Teresina e é a segunda cidade mais populosa do Estado do Piauí, com mais de 140 mil habitantes. Na etapa final do Projeto Parnaíba Digital, será disponibilizada internet gratuita para toda a população, mediante o pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).
Será que aquele empresário que usa tecnologia pra trabalhar vai vir aqui pra Ilhéus depois dessa??!! Uma cidade que nem no seu aeroporto se oferece internet Wireless gratuita. E outra, as dezenas de empresas de informática instaladas na cidade só lucram e exploram nossa mão de obra barata e nada, escrevi NADA, dão como retorno ao nosso municipio. Cabe a reflexão e mais ações dos nossos governantes bem como de nós moradores...