Se Desassosegue também

Ilheense Desassosegado é onde se publica escritos por mim e nossos membros (traduções e/ou artigos de outros sites da Web) apresentamos artigos, fotos e outros para leitura, publicação ou uso Copyleft.
Todos aqui podem ter o interesse de aprender mais, cooperativamente e coletivamente. Nosso objetivo não é ensinar ou de ser tutor, mas o intuito é melhorarmos coletivamente, assistindo-se mutuamente e medrarmos através de um fluxo constante de informações. Acreditamos que "Information want to be free" (a informação quer ser livre) e tornamos ela livre através do corpo-a-corpo comunicativo emergido a partir do jogo educativo de modificações, disecagens, ajustes e discussões.
Enfim, tentativas frutíferas para compreender a tecnologia à nossa volta e dar novos propositos para ela, bem como inserir-lá nas visões criativas individuais. Discutir abertamente qualquer coisa e tudo em nossos artigos, e secções. Não venham esperando um tutorial gratuito na suas áreas de interesse pessoal ou você vai ficar desapontado. Lembre-se, isto não é um restaurante com congeladores abarrotados de conhecimento para que você simplesmente puxe para fora algo pro seu menu livre, mas sim uma pequena clareira nessa selva, onde uma enorme quantidade de missionários-eletrônicos, libertadores, artesãos-combatentes e mulheres entrem para compartilhar, intercambiar e difundir essas informações.
E encontrar-se, livre e/ou modificado depois disso.
Nada mais.
Bem-vindos ...

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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Sobre o livro - O Segredo de Luiza de Fernando Dolabela.

Comecei a ler o livro O Segredo de Luiza do Fernando Dolabela e me debarei com mais um paradigma Brasileiro. Sobre o empreender, o combate à miséria e distribuição de renda em terras tupiniquim. Como o próprio Fernado em seu blog diz: "o empreendedorismo não pode ser um instrumento de concentração de renda, de aumento de diferenças sociais ou uma estratégia pessoal de enriquecimento.", mas não é o que temos no nso país.
Quando terminar o livro faço outra reflexão de como esse livro me tocou e como o Brasil deveria usa-ló como referência pra um novo modelo empreendedor.
Abraços...

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

MMA e Ibama classificam carros por emissão de CO2 e poluentes.

O cidadão passa a contar com dois instrumentos para conhecer as emissões de gás carbônico e de outros poluentes por carros de passeios: a Nota Verde e o indicador de CO2 que o Ministério do Meio Ambiente e o Ibama lançam hoje. Por enquanto, os dados disponíveis referem-se a modelos produzidos em 2008 e podem ser acessados pelos sites do ministério(www.mma.gov.br) ou do instituto (http://servicos.ibama.gov.br/ctf/publico/sel_marca_modelo_rvep.php). Brevemente, as mesmas informações sobre emissões dos carros fabricados em 2009 também serão divulgadas. A Nota Verde, criada pelo Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores – Proconve/Ibama, varia numa escala de 0 a 10. Use esta escala na compra de seu próximo veiculo pois isso significa que você estará comprando um carro com maior eficiência na queima de combustiveis.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Samsung E200 Eco

Já tinha falado sobre PLA em outra postagem mas agora é de verdade, a Samsung aderiu de vez a onda eco e lançou o celular E200 Eco feito em bioplástico produzido a partir de plantas naturais, entre elas o milho. Uma tonelada de bioplástico utilizado no aparelho é capaz de reduzir até 2,16 toneladas de CO2, em comparação com o uso do policarbontato (plástico comum) produzido a partir do petróleo.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Novas plihas podem recarregar com energia solar.



Conhece a recomendação de não deixar pilhas expostas ao sol? Pois essa pilha é exceção à regra. Seu invólocro é revestido por células fotovoltaicas que absorvem a luz do sol. Assim, as baterias se recarregam quando expostas à luz do sol. Uma alternativa econômica para os usuários e benéfica para o meio ambiente.

Mais informações no site do inventor, Knut Karlsen.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Tecnologia usa luz do Sol para transformar CO2 em combustível

Empresa Joule quer independência energética para o mundo. Eles inventaram um painel que promete transformar o CO2 e a luz do sol em combustível.

Por Stella Dauer/Geek

A produção em excesso do gás carbônico pode deixar de ser uma preocupação em poucos anos se o projeto da empresa Joule der certo. Eles inventaram um painel que promete transformar o CO2 e a luz do sol em combustível.

O SolarConverter pratica a denominada “heliocultura”, processo que envolve microorganismos fotossintéticos fixados em uma placa que, ao absorver o CO2 do ar e captar a luz solar, secreta uma substância idêntica ao etanol, noticiou o blog GreenBeat do site VentureBeat.

Se tudo correr nos conformes, a empresa espera começar a fabricar em escala industrial os painéis SolarConverter no início de 2010. Além disso, de acordo com o site The New York Times a empresa também pretende produzir, já em 2011, mais de 75 mil litros de combustível por acre anualmente.

Para estabelecer suas produtoras de combustível, a Joule está procurando por locais ensolarados e próximos a organizações que emitam grandes volumes de gás carbônico, como usinas termelétricas e estufas de cimento. Atualmente, locais ideais para isso seriam o Texas, Arizona, Nevada e Novo México, todos nos Estados Unidos.

A heliocultura pode representar um importante marco na história da humanidade, pois não só reduziria os níveis de gás carbônico da atmosfera como resolveria os problemas de uma possível futura crise de escassez do petróleo.

“Nossa crença é a de que esta seja a primeira tecnologia do mundo que ofereça uma solução real para alcançarmos a independência energética” afirmou Bill Sims, CEO e presidente da Joule, em nota publicada no blog Green Tech do site CNET .

Além disso sua produção é menos custosa, ocupa menos espaço e economiza água, uma vez que os microorganismos utilizados na fabricação do combustível são cultivados em água salgada ou descartada. Um barril desse líquido custaria US$50, menos do que um barril de gasolina, que está custando aproximadamente US$70.

“O verdadeiro objetivo que tínhamos quando construímos essa companhia era fazer um combustível renovável que pode ser escalonado em bilhões e bilhões de galões por um custo baixo” diz David Berry, co-fundador da Joule.

Veja um exemplo no site CNET.

Chevrolet Volt terá consumo equivalente a 97,78 km/l



Em setembro do ano passado, durante as comemorações do centenário da empresa, a GM apresentou um carro que prometia ser histórico: o Chevrolet Volt. De lá para cá a GM pediu concordata e saiu dela, mas o Volt, segundo a empresa, continua firme nos trilhos, ainda que a promessa de que ele seria o primeiro carro elétrico de autonomia estendida tenha ido para o vinagre. Quem ganhou a parada foi o Fisker Karma, cujas vendas devem começar até o final deste ano. O Volt está prometido para 2011, agora. A diferença entre os dois é que o Karma será um modelo de luxo, enquanto o Volt terá produção em números mais expressivos e preço mais baixo. Além disso, o GM prometeu algo que vai encher os olhos de muita gente: um consumo equivalente a 97,78 km/l. Na cidade.

Mas como pode um carro elétrico ter consumo de combustível? Simples. Como diz o nome, o Volt é um elétrico de autonomia estendida, o que equivale a dizer que ele tem baterias e, quando a carga dessas baterias está perto do fim, ele usa um motor a combustão para recarregá-las. É por isso que a GM diz que o consumo pode ser até menor, se o dono dos futuros Volt se lembrar de colocá-lo na tomada toda noite.

Só com essa carga o Volt conseguirá percorrer até 60 km por dia, o suficiente na maioria dos deslocamentos urbanos. Com o motor a combustão funcionando, ele consegue rodar até 1.030 km com um tanque de combustível. É de dar inveja aos melhores diesel do mercado.

Com 4,40 m de comprimento, 1,80 m de largura, 1,43 de altura e um entreeixos de 2,69 m, o Volt tem velocidade máxima limitada a 161 km/h para preservar suas baterias de íons de lítio. Com 301 l de porta-malas, o Volt carrega só quatro pessoas. O quinto passageiro foi sacrificado pelo pacote de baterias instalado onde, em carros comuns, vai o túnel da transmissão.

Falava-se que o motor a combustão do Volt seria um três-clindros da Família 0, mas agora o que será usado para carregar as baterias do Volt é um 1,4-litro ainda sem muitos detalhes divulgados. O mesmo motor, com turbocompressor e 140 cv, será usado no Chevrolet Cruze que será vendido nos EUA. Como este sedã também será vendido por aqui, é bem capaz que ele também equipe a versão brasileira do Cruze.

Carregador

Além de anunciar a economia estimada para o carro, a GM também informou o sistema que será usado para carregá-lo. O Volt será vendido com um carregador portátil para redes de 110V que poderá ser ligado em qualquer tomada comum. A recarga completa levará de seis a oito horas.

Para quem quiser um processo mais rápido, há também a opção de um carregador que pode ser instalado na garagem de casa. Ligado à rede de 220V, ele não é portátil, mas fixo, uma exigência das autoridades norte-americanas. Com ele, a recarga levará de três a quatro horas.

Enquanto não surge uma padronização para os carregadores de carros elétricos, a GM adotou o plugue J1772 para carregar o Volt. Segundo a empresa, ele é bastante resistente e seguro o suficiente para que mesmo o mais perdido dos motoristas não corra o risco de levar um choque.

Choque, mesmo, seria o Volt ser vendido no Brasil. Quando for lançado, ele deve ser comercializado apenas nos EUA e na Europa. Países emergentes, aparentemente, levarão muito mais tempo para conseguir comprar um veículo elétrico tão sofisticado, a não ser para aqueles clientes com condição de mandar importar o carro que quiserem. Pelo menos nesse quesito gostaríamos de ficar completamente chocados.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Dicas para acionistas

Dica para acionistas

Senhores acionistas, não percam tempo lendo balanços. É um inventário incompleto.

O mais importante de uma empresa não entra na contabilidade. Não há uma linha para clima organizacional, sangue, suor ou lágrimas. No balanço não se fala daquela vez que a Vanusa virou dois dias seguidos para entregar um projeto que foi abortado na manhã seguinte sem qualquer explicação. Nem daquela vez que o Zeca deixou de encontrar a namorada para fazer hora extra. O Zeca bateu a meta naquele mês, mas perdeu a namorada. O coração partido do Zeca não foi contabilizado. Nem foi citado no balanço que a Rosinha chorou de raiva por ter de refazer um relatório seis vezes por capricho do seu superior.

Lucro bruto, patrimônio líquido, ativo imobilizado, passivo, circulante... Não há uma linha para fraternidade, solidariedade, respeito. Numa empresa não há lugar para nada disso. É estranho pensar assim. Mas é verdade. Pessoas são recursos humanos. Como um computador é um recurso, uma cadeira, uma mesa. Substituível. Quebrou, joga fora. Pega outro.

Desconfie da empresa que colocar a moral dos colaboradores no balanço.

Essa empresa merece sua atenção.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Speedway Transportation

SpeedWay uma nova e revolucionária maneira de transporte.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Porque ainda não troquei meu iPhone pelo 3GS

Vários sites (entre eles a Macworld americana ) têm disponibilizado depoimentos de usuários do novo iPhone, o 3GS (que chega ao Brasil em agosto ), e de pessoas que preferiram esperar um pouco mais antes de comprar o novo aparelho. Eu estou no grupo dos que preferem continuar com a versão 3G, pelo menos por enquanto.
Adoro meu iPhone 3G e tenho certeza que o 3GS é um produto excelente (confira o review Superteste: iPhone 3G S versus versões anteriores ). Mas os novos preços divulgados pela AT&T nos Estados Unidos (a partir de 199 dólares - os valores para o Brasil ainda não foram revelados) fazem com que alguns usuários do iPhone continuem com seus modelos atuais.
Comprei meu iPhone 3G um pouco depois de seu lançamento oficial. Como consegui um bom preço pelo meu contrato de serviço com a AT&T, faz sentido que não haja ofertas de subsídios para clientes recentes como eu. A operadora quer que eu espere até março de 2010 para trocar de aparelho, quando posso receber novos descontos. Sem problemas, foi o combinado. O Voice Control é uma função atraente. A filmadora será muito bem-vinda para mim. Também quero tirar fotos mais rapidamente assim com o modelo 3GS. Mas graças a minha câmera Sanyo Xacti eu posso fotograr e filmar muito bem - e acredito que muita outras pessoas tenham suas câmeras.
O melhor desempenho do iPhone 3GS para o carregamento de aplicativos seria o principal argumento para que eu comprasse a nova versão. Desenvolvedores de jogos dizem que as novas características do 3GS vão trazer mais qualidade para os novos games. Com um processador mais rápido e mais memória, será possível juntar a tecnologia OpenGL ES 2.0 para melhoria dos gráficos. Neste ponto, a troca de aparelhos para mim será inevitável. Mas esse recurso ainda foi explorado.
Mesmo que eu tivesse subsídio da operadora, eu não sairia correndo para uma loja para combrar um iPhone 3GS. Ele é legal, mas não é imprescendível. Fiz a atualização para o sistema operacional do iPhone 3.0 (que traz vários novos recursos), o que está sendo suficiente para mim, até o momento.
Revejam as matérias Tribo de Consumidores e A História das Coisas, reflitam, as matérias se complementam e depois mudem de atitude.
*Peter Cohen é editor da Macworld/EUA

sábado, 4 de julho de 2009

Semáforo Solar

O desperdício de eletricidade é tão grande e – infelizmente – tão natural na nossa sociedade que, todos os dias, presenciamos enormes gastos desnecessários de energia e nem sequer nos damos conta. Quer um exemplo? Semáforos! Afinal, eles passam 24 horas funcionando e não podem ser apagados em nenhum dia do ano.Óbvio que não estamos sugerindo que os faróis de trânsito sejam extintos das ruas, mas há alternativas para diminuir – e até mesmo zerar – o consumo de energia elétrica nos semáforos. O uso de lâmpadas LEDs no lugar das incandescentes, por exemplo, já está sendo adotado em diversas cidades do mundo – inclusive brasileiras – e diminui bastante o uso da eletricidade (as lâmpadas incandescentes consomem 100 watts, enquanto as LEDs, de 15 a 20 watts).A grande novidade, no entanto, está nas cidades de San Isidro, na Argentina, e Porto Príncipe, no Haiti, onde as lâmpadas dos sinais de trânsito também foram trocadas por LEDs, mas, ao invés de serem abastecidas por energia elétrica, são alimentadas por painéis solares. Além de cortar os gastos energéticos em 90%, se comparados aos faróis convencionais, os semáforos solares são 100% ecológicos e ainda ajudam a diminuir o trânsito das ruas onde estão instalados. Monitorados via satélite, eles funcionam a partir do sistema wireless de internet, o que permite que os técnicos do trânsito alterem, a qualquer momento, o tempo de cada farol, de acordo com o tráfego. A ideia ainda não chegou ao Brasil, mas a gente não vê a hora disso acontecer. Segundo dados da CET, só em São Paulo existem mais de 20 mil cruzamentos com semáforos. Dá pra imaginar o tamanho da economia?
*Foto do Governo Municipal de San Isidro

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Explorando The Meatrix

Taí o que faltava, completando o ciclo sobre o NWO do Desassosegado e sobre um novo modo de vida pra garantirmos um futuro saudável e sustentavél. Agricultura Corporativa não é saudável, e ainda se vende essas 'junk foods' como alimentos saudáveis. São essas propagandas lá vai o diabo do marketing novamente de 'suco de fruta' contendo soja e ainda vem naquelas AntiEco caixas TetraPak. Isso é saudável, natural?? Puta que o pariu... E os alimentos fabricados com aspartame e tudo mais??? Não aguentei mais e parei. Hoje em dia só como comida natural mas, lógico que sempre que dá fujo a regra quem aqui resiste a feijoada, churrasco, batata frita e outras gulodises, pois como Budha filosofou sobre "o caminho do meio"e é isso que rola comigo agora. Chega vejam o vídeo aí abaixo...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Consumidores se dividem em tribos de 'heavy users' e desencanados

Por Felipe Serrano e Rodrigo Martins

São Paulo, (AE) - Flávio Higuti, 30 anos, troca de celular pelo menos uma vez por ano. Melissa Yafuso, 32 anos, só troca quando o aparelho quebra, mesmo que isso leve anos para acontecer. Os dois são namorados. Só que com perfis tecnológicos bem opostos. Ele fica todo empolgado com os "lançamentos revolucionários" de cada semana e não perde a oportunidade de ter um equipamento novo, ela não se importa em só usar funções básicas e não vê nada demais em carregar um aparelho que não esteja na crista da onda. Minha atitude é identica a da Melissa só troco quando quebra. Ainda tenho um W200i - de 2005 eu acho - funciona bem que é uma beleza.
Ambos ilustram uma mudança no consumo. E na indústria. Os eletrônicos foram adotados por todas as classes, não são mais "coisa de rico". E, se há algum tempo, havia poucos produtos e eles eram caros, agora há modelos em todas as faixas de preço. Com isso, o perfil de quem compra mudou. Há quem queira sempre o mais moderno - são os heavy users, usuários avançados. Mas há quem ache que as funções dos velhos já são suficientes e por isso não trocam de equipamentos a toda hora - estes são os desencanados digitais.
E em cada um desses perfis ainda há subdivisões. "Entre compradores compulsivos, há os que fazem isso pois realmente usam todas as funções e outros que compram por status", explica a pesquisadora Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisa de Psicologia em Informática (NPPI) da PUC-SP. "E entre quem não compra, há os que têm aversão e outros que acham muito caro pagar por funções que não usarão."
É este último o caso de Melissa. Ela está com o mesmo celular, bem basicão, há dois anos. E só vai trocá-lo porque ele está com defeito. O iPod dela tem 4 GB e ela não quer o modelo com capacidade de 120 GB. O notebook é só para navegar na web. "Não preciso ter o mais moderno. O que importa é servir para meu uso", diz ela, que não cede aos pedidos do namorado para comprar o topo de linha. "Meu próximo celular terá de durar quatro anos."
Flávio, por outro lado, é um heavy user. Assim que sabe de uma novidade, pesquisa, vai a lojas para por as mãos no aparelho. E se gostar, compra, mesmo que seu notebook, por exemplo, tenha só meses de uso. "Não é só ter o mais moderno. A questão é que, quando equipamentos novos são lançados, quero saber as funções. Se for melhor que o meu, compro", diz ele, que já acha TVs LCD obsoletas e está de olho na moderníssima TV LED. "Gosto de estar atualizado. Quando vou à casa da minha namorada, levo o meu próprio notebook. O dela é muito lento."
Nem tão distante - Embora pareçam vindos de planetas distintos, pessoas como Flávio e Melissa, com perfis tecnológicos bem diferentes, se encontram em um momento da cadeia de consumo: a compra e a venda de usados.
O designer Rodrigo Diniz Rosa, 26 anos, troca de notebook e smartphone a cada seis meses. Para sustentar seu "vício", além de pedir aumento nos limites de cheque especial e de cartão de crédito, ele vende pela internet e a amigos seus eletrônicos antigos. "Só compro equipamento novo quando consigo vender o antigo", garante.
E são pessoas como o técnico Marcos Eduardo Silva, de 30 anos, que compram. Ele não liga em ter aparelhos mais velhos e diz que é dessa forma que consegue eletrônicos com funções bacanas por preços mais baixos. Ele já comprou notebook, celular e até home theater de segunda mão. "Não preciso estar com tudo do mais moderno. E, diferentemente de muita gente que compra tudo novo, uso todas as funções. E pago até 70% menos."
Achei o vídeo abaixo e tem muito sentido com a que está escrito acima observe nos dados escritos que aparecem durante vídeo, são espantosas essas estatísticas:

terça-feira, 9 de junho de 2009

Zero X - Uma moto elétrica que realmente vale a pena

Depois da reportagem sobre o carro eletrico agora falarei da Motocicleta Elétrica, a Zero Motorcycles, lançou recentemente uma moto 100% elétrica que realmente vale a pena conferir, a Zero X.
A moto pesa menos de 70 kg, tem um motor elétrico que gera 23 cv de potência e tanto a potência quanto o torque máximo são atingidos em qualquer regime de rotação do motor. Não tem aquele papo de torque máximo @ 7000 RPM… Acelerou, já está no máximo.


A moto promete uma autonomia de 2 horas com uma carga de bateria. A bateria demora menos de duas horas para se carregar por completo. O desempenho é comparável a das motos 250cc que conhecemos, porém sem fazer barulho e sem emissão de poluentes.

Para desenvolver a moto, nada mais lógico do que em uma COMPETIÇÃO. Fizeram um campeonato de motocross onde apenas estas motos correm. As corridas são o melhor laboratório de desenvolvimento. É por isso que reluto tanto em aceitar as marcas de motos que não tem participação em nenhum tipo de competição.

Lá nos EUA a moto já é vendida, custa quase 7500 dólares. Um preço salgado se compararmos as motos a gasolina, porém, nada absurdamente tão caro que não possa ser comprado. A tendência é que este tipo de moto fique cada vez mais acessível ao longo do tempo.

É interessante o esquema de funcionamento desta moto. É apenas um motor elétrico, de dimensões bem reduzidas, alimentado por uma bateria que gera 300 amperes. O quadro da moto é todo de alumínio, assim como as rodas.


Veja um pequeno vídeo da moto em ação:


A moto é meio feia, eu concordo, mas ela já está bem próxima do que seria um produto viável para substituir as motos com motores a combustão.

No Brasil já se vende alguns modelos de motocicletas elétricas inclusive fabricadas aqui e com tecnologia nácional, só no campo do marketing que os gringos estão na frente.

A história das coisas - The story of stuffs

A Tide Foundation junto com o Free Range Studios criaram esse vídeo e o Instituto Akatu está divulgando ele em sua página inicial.

Assista, reflita encaixe-se para promover essa mudança, porque o mundo não é mais o mesmo. Não podemos continuar com ideologia burguesa do século XV, em pleno século XXI.

Veja mais em:
Vídeo no You Tube:
http://www.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E

Tides Foundation:
http://www.tides.org/

Free Range Studios:
http://www.freerangestudios.com/

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Eco-simplicidade*

"O que se opõe à nossa cultura de excessos e complicações é a vivência da simplicidade, a mais humana de todas as virtudes, presente em todas as demais."

Por Leonardo Boff**

A simplicidade exige uma atitude de anti-cultura, pois vivemos enredados em todo tipo de produtos e de propagandas. A simplicidade nos desperta a viver consoante nossas necessidades básicas. Se todos perseguissem esse preceito, a Terra seria suficiente para todos. Bem dizia Gandhi: “temos que aprender a viver mais simplesmente para que os outros simplesmente possam viver”.

A simplicidade sempre foi criadora de excelência espiritual e de liberdade interior. Henry David Thoreau(+1862) que viveu dois anos em sua cabana na floresta junto a Walden Pond, atendendo estritamente às necessidades vitais, recomenda incessantemente em seu famoso livro-testemunho: Walden ou a vida na floresta: “simplicidade, simplicidade, simplicidade”. Atesta que a simplicidade sempre foi o apanágio de todos os sábios e santos. De fato, extremamente simples eram Buda, Jesus, Francisco de Assis, Gandhi e Chico Mendes entre outros.

Como hoje tocamos já nos limites da Terra, se quisermos continuar a viver sobre ela, precisamos seguir o evangelho da eco-simplicidade, bem resumida nos três “erres” propostos pela Carta da Terra:”reduzir, reutilizar e reciclar” tudo o que usamos e consumimos.

Trata-se de fazer uma opção pela simplicidade voluntária que é um verdadeiro caminho espiritual. Esta eco-simplicidade vive de fé, de esperança e de amor. A fé nos faz entender que nosso trabalho, por simples que seja, é incorporado ao trabalho do Criador que em cada momento ativa as energias que produzem o processo de evolução.

A esperança nos assegura que se as coisas tiveram futuro no passado, continuarão a ter no presente. A última palavra não a terá o caos mas o cosmos. Para os cristãos, o fim bom já está garantido, pois alguém de nós, Jesus e Maria, foram introduzidos corporalmente no seio da Trindade.

A eco-simplicidade nos faz descobrir o amor como a grande força unitiva do universo e de Gaia. Esse amor faz com que todos os seres convivam e se complementem. Na modernidade, nós nos imaginávamos o sujeito do pensamento e a Terra o seu objeto. A nova cosmologia nos afirma que a Terra é o grande sujeito vivo que através de nós sente, ama, pensa, cuida e venera. Consequentemente, importa pensarmos como Terra, sentirmos como Terra, amarmos como Terra pois, na verdade, somos Terra, espécie homo, feito de húmus, de terra boa e fértil.

Ao sentirmo-nos Terra, vivemos uma experiência de não-dualidade que é expressão de uma radical simplicidade. Algo da montanha, do mar, do ar, da árvore, do animal, do outro e de Deus está em nós. Formamos o grande Todo. Uma moderna legenda dá corpo a estas reflexões:

Certa feita, um jovem iniciante na eco-simplicidade, foi visitado, em sonho, pelo Cristo ressuscitado e cósmico. Este o convidou para caminharem juntos pelo jardim. Depois de andarem por longo tempo, observando, encantados, a luz que se filtrava por entre as folhas, perguntou o jovem: “Senhor, quando andavas pelos caminhos da Palestina, disseste, certa feita, que voltarias um dia com toda a tua pompa e com toda a tua glória. Está demorando tanto esta tua volta! Quando, finalmente, retornarás, de verdade, Senhor”? Depois de momentos de silêncio que pareciam uma eternidade, o Senhor respondeu: “Meu irmão, quando para ti, minha presença no universo e na natureza for tão evidente quanto a luz que ilumina este jardim; quando minha presença sob a tua pele e no teu coração for tão real quanto a minha presença aqui e agora; quando não precisares pensar mais nela nem fazeres perguntas como esta que fizeste, então, meu irmãozinho querido, eu terei retornado com toda a minha pompa e com toda a minha glória”.

* Publicado originalmente no Mercado Ético
** Leonardo Boff é teólogo, escritor, professor emérito de ética da UERJ e membro da Comissão da Carta da Terra.

Veja mais em:
http://www.cartadaterrabrasil.org/prt/text.html

domingo, 7 de junho de 2009

Por que carros eléctricos?

Porque carros eléctricos?

Carros eléctricos são mais silenciosos, mais limpos e mais baratos para andar do que os carros movidos a gasolina. Quanto às razões pelas quais eles não foram totalmente aprovadas ainda - queria saber quem matou o carro elétrico.
Aqui, em poucas palavras, são algumas das principais vantagens dos veículos eléctricos:
1. A electricidade é mais barata que a do gás, e pode vir a partir de recursos renováveis como a energia solar e eólica.
2. Electric carros poluam menos de gás-powered carros (especialmente quando as fontes renováveis de energia são utilizados para gerar a eletricidade).
3. Electric carros são muito mais fiáveis e exigem menos manutenção do que gás-powered carros. Você nem precisa ter seu trimestrais mudança de óleo!
4. Utilizando-a produção de electricidade no mercado interno em vez de confiar em petróleo estrangeiro, podemos alcançar a independência energética e já não terão necessidade de participar em onerosa guerras no Médio Oriente para garantir um abastecimento de energia.
5. Automóveis eléctricos podem utilizar a rede elétrica existente em vez de exigir o desenvolvimento de uma nova e dispendiosa infra-estrutura energética (como seria o caso do hidrogênio).


Mercado no Brasil



A CAM Brasil, associada da ABVE - Associação Brasileira do Veículo Elétrico traz ao mercado brasileiro o carro elétrico a bateria - o Revai.
Com o Prêmio de Melhor Veículo Urbano no Reino Unido (2006 e 2007), circula nas ruas o Reino Unido, Índia, Grécia, Espanha e de outros países. Este elétrico a bateria pode ser recarregado em qualquer tomada elétrica 127V ou 220V, como um celular. Ideal para cidades, o Revai pode atingir 80 km/h e rodar 80 km com uma recarga completa da bateria. Com aproximadamente 4h de recarga, a bateria atinge 80% de sua capacidade; com 8h a recarga se completa. O custo por km rodado é cerca de quatro vezes menor que o de um carro convencional.
A tração é nas rodas traseiras por um motor de indução AC trifásico de 13 kW. Compacto, tem 2,63 m de comprimento, 1,32 m de largura e 1,51 m de altura. Características de projeto e dispositivos no veículo garantem atendimento aos padrões de segurança automotivo, mecânico elétrico europeu. Itens de conforto incluem ar condicionado e clilmatizador de assento.
Com adaptação interna, pode também ser utilizado, além de transporte de pessoas, para serviços de manutenção e pequenas entregas em frotas de empresas que operam em âmbito urbano. A Cam é a representante comercial dos veículos Reva na América do Sul.
Mais informações com David Ferraz no e-mail carroeletrico@cambr.com.br ou telefone (21) 2702-8184.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Plástico de milho (PLA) pode não ser tão verde como imaginamos.

Plástico de milho (PLA) é 'o tudo' como uma alternativa verde ao petróleo que serve como base para fabricação do famigerado polietileno tereftalato (PET) de todas as embalagens consumidas atualmente. A Wal-Mart, por exemplo, introduziu o plástico de milho em algumas de suas embalagens, como parte das suas "grandes metas corporativas para o meio ambiente".
Defende que todo o plástico de milho, formado a partir de ácido polylactic (PLA), é biodegradável e pode ser compostados em adubos. E pode. De acordo com as condições adequadas. Na nova edição da Smithsonian, escritora Elizabeth Royte megulhe no assunto do plástico de milho e denuncia que o PLA não é tão bom como parece. Aparentemente, não é.
Do artigo dela:
"... PLA se decomponhe em dióxido de carbono CO² e água H²O em um 'ambiente controlado de compostagem' em menos de 90 dias. Mas o que é um ambiente controlado compostagem? Não é o seu quintal, burraco, milhocário ou barril. É com grande facilidade que a compostagem - essencialmente pedaços de plantas, coisas orgânicas são transformadas por microorganismos em adubos - acontece. Mas atingir 140 graus por dez dias consecutivos não é tão simples. Então, como defende o PLA dizendo ser ele plástico 'biodegradável'??"
Mas, na realidade, poucos consumidores têem acesso a este tipo de compostagem facilmente ou que pode fazer isso acontecer.
NO EUA, a NatureWorks(fabricante de PLA) identificou 113 dessas instalações a nível nacional, alguns processam resíduos industriais alimentícios ou sobras de estaleiros, outras são operam com sobras de colégio ou prisão, mas apenas cerca de um quarto deles aceitam sobras de alimentos residencial recolhidos pelos municípios...
Wild Oats aceita utilizar recipientes feitos com PLA em metade dos seus 80 lojas. "Misturamos com o PLA produzido e remisturamos ao nosso sumo dos bares e entregamos eles a uma instalação industrial compostagem", diz diretora Tuitele. Mas, as lojas Wild Oats não pegam de volta os PLA's dos clientes, e estes não podem ser responsabilizados se sentirem enganados por coletores de PLA carimbada como "compostável." (O presidente do laboratório de compostagem End Woods, Will) Brinton, que fez ampla análise do PLA, diz que tais recipientes ficam "inalterados", após seis meses em uma operação de compostagem comum. Por essa razão, ele considera que o selo Wild Oats, e as suas compostagens de PLA's, passam a ser falsa publicidade.
A Wal-Mart - Vice-Presidente de marcas privadas e desenvolvimento de produtos Matt) Kistler diz que a empresa não irá recolher PLA para serem usados em compostagens. "Não estamos no negócio da recolha de lixo", diz ele. "Como é que ficamos com estados e municípios na criação de sistemas de compostagem? Essa é a questão de muito dinheiro. Não é do nosso papel dizer ao governo o que fazer. Não há dinheiro para se aplicar em negócio de reciclagem. Como desenvolver embalagens que podem ser reciclados e compostados, sabemos que a indústria desenvolverá elas. " Mas e nós como cidadãos?? E os nossos governos o que fazem??
Mais em: http://www.natureworksllc.com/
http://www.smithsonianmag.com/science-nature/plastic.html
http://ilip.co.za/compost.htm

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Ciclovia virtual

A ideia é genial: um projetor a laser acoplado na traseira da bicicleta desenha no asfalto duas linhas vermelhas com o símbolo universal dos ciclistas ao centro. Aonde a bike vai, a imagem segue atrás. Como a maioria das cidades não tem ciclovias, o apetrecho é uma baita mão na roda para o ciclista noturno circular com mais segurança pelas ruas. O objetivo é exatamente chamar a atenção dos motoristas para o fato de que é fundamental manter distância das bicicletas. O produto foi idealizado pelo escritório de design americano Altitude (www.altitudeinc.com) para uma competição cuja intenção era promover o ciclismo. “Cansei de ver amigos sendo atingidos no trânsito. O que mais afasta os ciclistas das ruas é o medo de dividi-las com os carros”, diz o engenheiro mecânico Alex Tee, um dos idealizadores do LightLane. Originalmente era para ser apenas um protótipo, mas o sucesso foi tamanho que o escritório segue desenvolvendo o produto. E, se tudo der certo, ele será comercializado no ano que vem nos Estados Unidos com previsão de preço inicial na casa dos U$50.
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