Se Desassosegue também

Ilheense Desassosegado é onde se publica escritos por mim e nossos membros (traduções e/ou artigos de outros sites da Web) apresentamos artigos, fotos e outros para leitura, publicação ou uso Copyleft.
Todos aqui podem ter o interesse de aprender mais, cooperativamente e coletivamente. Nosso objetivo não é ensinar ou de ser tutor, mas o intuito é melhorarmos coletivamente, assistindo-se mutuamente e medrarmos através de um fluxo constante de informações. Acreditamos que "Information want to be free" (a informação quer ser livre) e tornamos ela livre através do corpo-a-corpo comunicativo emergido a partir do jogo educativo de modificações, disecagens, ajustes e discussões.
Enfim, tentativas frutíferas para compreender a tecnologia à nossa volta e dar novos propositos para ela, bem como inserir-lá nas visões criativas individuais. Discutir abertamente qualquer coisa e tudo em nossos artigos, e secções. Não venham esperando um tutorial gratuito na suas áreas de interesse pessoal ou você vai ficar desapontado. Lembre-se, isto não é um restaurante com congeladores abarrotados de conhecimento para que você simplesmente puxe para fora algo pro seu menu livre, mas sim uma pequena clareira nessa selva, onde uma enorme quantidade de missionários-eletrônicos, libertadores, artesãos-combatentes e mulheres entrem para compartilhar, intercambiar e difundir essas informações.
E encontrar-se, livre e/ou modificado depois disso.
Nada mais.
Bem-vindos ...

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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Ranking de sustentabilidade entre empresas de TI - Green Peace Maio 2010.

Saiu o ranking mensal d mês de Maio que o Green Peace divulga sobre sustentabilidade nas empresas de TI. A empresa lider neste seguimento é a Nokia seguida pela Sony-Ericsson, parabens as empresas finlandesas que retiraram de seus produtos compostos com brominatos, clorinatos retardadores de chamas, trioxido de antimônio, PFC, reciclam mais e emitem mesmo gases do efeito estufa do Philips, Motorola, Apple, Sony, HP, Panasonic . Também fazem rede de volutários para coletas, O ranking dá notas as empresas de 0 a 10 e pergunta qual empresa vai realmente alcançar a nota 10. Nas piores posições da lista estão a Nintendo e a Lenovo.

Veja no link abaixo a lista completa:
Ranking Maio de 2010 (em inglês)

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A Onda Verde dos Tênis de Corrida

Acessando o site Tênis de Corrida, achei muito boa a iniciativa de algumas empresas em recliclar o material utilizado nos tênis e reuzá-los de diversas maneiras. Quer saber quais são as próximas tecnologias que serão usadas na fabricação dos novos tênis de corrida? Aquelas que diminuam o impacto ambiental? 
Algumas empresas já começaram a mostrar suas novidades nessa área.

A Brooks criou uma nova entressola mais biodegradável chamada BioMoGo, usada no novo Brooks Trance 8, e as caixas dos tênis são feitas de material reciclado.

A Mizuno trocou 66% do material plástico da entressola do novo Wave Rider 12 por óleo de mamona.

A Asics criou uma nova sola feita de fibras de arroz usada pelos seus atletas na maratona das Olimpíadas de Pequim.

Uma das iniciativas mais interessantes vem da Nike, que criou o programa Reuse-A-Shoe. O atleta leva seu tênis de corrida usado para os centros de coleta ou lojas de artigos esportivos.

Os tênis são enviados para as fábricas de reciclagem, onde alguns materiais são separados e reutilizados. A borracha da sola é usada na construção de pistas de corrida e a espuma da entressola é usada em quadras de basquete e playground.
Ainda existe muita coisa a ser feita – apenas 1 em cada 100 tênis de corrida são reciclados nos Estados Unidos – mas esse é só o começo.

Para conhecer o trabalho da Nike, visite o site da Reuse-A-Shoe, em inglês.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Samsung E200 Eco

Já tinha falado sobre PLA em outra postagem mas agora é de verdade, a Samsung aderiu de vez a onda eco e lançou o celular E200 Eco feito em bioplástico produzido a partir de plantas naturais, entre elas o milho. Uma tonelada de bioplástico utilizado no aparelho é capaz de reduzir até 2,16 toneladas de CO2, em comparação com o uso do policarbontato (plástico comum) produzido a partir do petróleo.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Novas plihas podem recarregar com energia solar.



Conhece a recomendação de não deixar pilhas expostas ao sol? Pois essa pilha é exceção à regra. Seu invólocro é revestido por células fotovoltaicas que absorvem a luz do sol. Assim, as baterias se recarregam quando expostas à luz do sol. Uma alternativa econômica para os usuários e benéfica para o meio ambiente.

Mais informações no site do inventor, Knut Karlsen.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Tecnologia usa luz do Sol para transformar CO2 em combustível

Empresa Joule quer independência energética para o mundo. Eles inventaram um painel que promete transformar o CO2 e a luz do sol em combustível.

Por Stella Dauer/Geek

A produção em excesso do gás carbônico pode deixar de ser uma preocupação em poucos anos se o projeto da empresa Joule der certo. Eles inventaram um painel que promete transformar o CO2 e a luz do sol em combustível.

O SolarConverter pratica a denominada “heliocultura”, processo que envolve microorganismos fotossintéticos fixados em uma placa que, ao absorver o CO2 do ar e captar a luz solar, secreta uma substância idêntica ao etanol, noticiou o blog GreenBeat do site VentureBeat.

Se tudo correr nos conformes, a empresa espera começar a fabricar em escala industrial os painéis SolarConverter no início de 2010. Além disso, de acordo com o site The New York Times a empresa também pretende produzir, já em 2011, mais de 75 mil litros de combustível por acre anualmente.

Para estabelecer suas produtoras de combustível, a Joule está procurando por locais ensolarados e próximos a organizações que emitam grandes volumes de gás carbônico, como usinas termelétricas e estufas de cimento. Atualmente, locais ideais para isso seriam o Texas, Arizona, Nevada e Novo México, todos nos Estados Unidos.

A heliocultura pode representar um importante marco na história da humanidade, pois não só reduziria os níveis de gás carbônico da atmosfera como resolveria os problemas de uma possível futura crise de escassez do petróleo.

“Nossa crença é a de que esta seja a primeira tecnologia do mundo que ofereça uma solução real para alcançarmos a independência energética” afirmou Bill Sims, CEO e presidente da Joule, em nota publicada no blog Green Tech do site CNET .

Além disso sua produção é menos custosa, ocupa menos espaço e economiza água, uma vez que os microorganismos utilizados na fabricação do combustível são cultivados em água salgada ou descartada. Um barril desse líquido custaria US$50, menos do que um barril de gasolina, que está custando aproximadamente US$70.

“O verdadeiro objetivo que tínhamos quando construímos essa companhia era fazer um combustível renovável que pode ser escalonado em bilhões e bilhões de galões por um custo baixo” diz David Berry, co-fundador da Joule.

Veja um exemplo no site CNET.

Chevrolet Volt terá consumo equivalente a 97,78 km/l



Em setembro do ano passado, durante as comemorações do centenário da empresa, a GM apresentou um carro que prometia ser histórico: o Chevrolet Volt. De lá para cá a GM pediu concordata e saiu dela, mas o Volt, segundo a empresa, continua firme nos trilhos, ainda que a promessa de que ele seria o primeiro carro elétrico de autonomia estendida tenha ido para o vinagre. Quem ganhou a parada foi o Fisker Karma, cujas vendas devem começar até o final deste ano. O Volt está prometido para 2011, agora. A diferença entre os dois é que o Karma será um modelo de luxo, enquanto o Volt terá produção em números mais expressivos e preço mais baixo. Além disso, o GM prometeu algo que vai encher os olhos de muita gente: um consumo equivalente a 97,78 km/l. Na cidade.

Mas como pode um carro elétrico ter consumo de combustível? Simples. Como diz o nome, o Volt é um elétrico de autonomia estendida, o que equivale a dizer que ele tem baterias e, quando a carga dessas baterias está perto do fim, ele usa um motor a combustão para recarregá-las. É por isso que a GM diz que o consumo pode ser até menor, se o dono dos futuros Volt se lembrar de colocá-lo na tomada toda noite.

Só com essa carga o Volt conseguirá percorrer até 60 km por dia, o suficiente na maioria dos deslocamentos urbanos. Com o motor a combustão funcionando, ele consegue rodar até 1.030 km com um tanque de combustível. É de dar inveja aos melhores diesel do mercado.

Com 4,40 m de comprimento, 1,80 m de largura, 1,43 de altura e um entreeixos de 2,69 m, o Volt tem velocidade máxima limitada a 161 km/h para preservar suas baterias de íons de lítio. Com 301 l de porta-malas, o Volt carrega só quatro pessoas. O quinto passageiro foi sacrificado pelo pacote de baterias instalado onde, em carros comuns, vai o túnel da transmissão.

Falava-se que o motor a combustão do Volt seria um três-clindros da Família 0, mas agora o que será usado para carregar as baterias do Volt é um 1,4-litro ainda sem muitos detalhes divulgados. O mesmo motor, com turbocompressor e 140 cv, será usado no Chevrolet Cruze que será vendido nos EUA. Como este sedã também será vendido por aqui, é bem capaz que ele também equipe a versão brasileira do Cruze.

Carregador

Além de anunciar a economia estimada para o carro, a GM também informou o sistema que será usado para carregá-lo. O Volt será vendido com um carregador portátil para redes de 110V que poderá ser ligado em qualquer tomada comum. A recarga completa levará de seis a oito horas.

Para quem quiser um processo mais rápido, há também a opção de um carregador que pode ser instalado na garagem de casa. Ligado à rede de 220V, ele não é portátil, mas fixo, uma exigência das autoridades norte-americanas. Com ele, a recarga levará de três a quatro horas.

Enquanto não surge uma padronização para os carregadores de carros elétricos, a GM adotou o plugue J1772 para carregar o Volt. Segundo a empresa, ele é bastante resistente e seguro o suficiente para que mesmo o mais perdido dos motoristas não corra o risco de levar um choque.

Choque, mesmo, seria o Volt ser vendido no Brasil. Quando for lançado, ele deve ser comercializado apenas nos EUA e na Europa. Países emergentes, aparentemente, levarão muito mais tempo para conseguir comprar um veículo elétrico tão sofisticado, a não ser para aqueles clientes com condição de mandar importar o carro que quiserem. Pelo menos nesse quesito gostaríamos de ficar completamente chocados.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Speedway Transportation

SpeedWay uma nova e revolucionária maneira de transporte.

sábado, 4 de julho de 2009

Semáforo Solar

O desperdício de eletricidade é tão grande e – infelizmente – tão natural na nossa sociedade que, todos os dias, presenciamos enormes gastos desnecessários de energia e nem sequer nos damos conta. Quer um exemplo? Semáforos! Afinal, eles passam 24 horas funcionando e não podem ser apagados em nenhum dia do ano.Óbvio que não estamos sugerindo que os faróis de trânsito sejam extintos das ruas, mas há alternativas para diminuir – e até mesmo zerar – o consumo de energia elétrica nos semáforos. O uso de lâmpadas LEDs no lugar das incandescentes, por exemplo, já está sendo adotado em diversas cidades do mundo – inclusive brasileiras – e diminui bastante o uso da eletricidade (as lâmpadas incandescentes consomem 100 watts, enquanto as LEDs, de 15 a 20 watts).A grande novidade, no entanto, está nas cidades de San Isidro, na Argentina, e Porto Príncipe, no Haiti, onde as lâmpadas dos sinais de trânsito também foram trocadas por LEDs, mas, ao invés de serem abastecidas por energia elétrica, são alimentadas por painéis solares. Além de cortar os gastos energéticos em 90%, se comparados aos faróis convencionais, os semáforos solares são 100% ecológicos e ainda ajudam a diminuir o trânsito das ruas onde estão instalados. Monitorados via satélite, eles funcionam a partir do sistema wireless de internet, o que permite que os técnicos do trânsito alterem, a qualquer momento, o tempo de cada farol, de acordo com o tráfego. A ideia ainda não chegou ao Brasil, mas a gente não vê a hora disso acontecer. Segundo dados da CET, só em São Paulo existem mais de 20 mil cruzamentos com semáforos. Dá pra imaginar o tamanho da economia?
*Foto do Governo Municipal de San Isidro

terça-feira, 9 de junho de 2009

Zero X - Uma moto elétrica que realmente vale a pena

Depois da reportagem sobre o carro eletrico agora falarei da Motocicleta Elétrica, a Zero Motorcycles, lançou recentemente uma moto 100% elétrica que realmente vale a pena conferir, a Zero X.
A moto pesa menos de 70 kg, tem um motor elétrico que gera 23 cv de potência e tanto a potência quanto o torque máximo são atingidos em qualquer regime de rotação do motor. Não tem aquele papo de torque máximo @ 7000 RPM… Acelerou, já está no máximo.


A moto promete uma autonomia de 2 horas com uma carga de bateria. A bateria demora menos de duas horas para se carregar por completo. O desempenho é comparável a das motos 250cc que conhecemos, porém sem fazer barulho e sem emissão de poluentes.

Para desenvolver a moto, nada mais lógico do que em uma COMPETIÇÃO. Fizeram um campeonato de motocross onde apenas estas motos correm. As corridas são o melhor laboratório de desenvolvimento. É por isso que reluto tanto em aceitar as marcas de motos que não tem participação em nenhum tipo de competição.

Lá nos EUA a moto já é vendida, custa quase 7500 dólares. Um preço salgado se compararmos as motos a gasolina, porém, nada absurdamente tão caro que não possa ser comprado. A tendência é que este tipo de moto fique cada vez mais acessível ao longo do tempo.

É interessante o esquema de funcionamento desta moto. É apenas um motor elétrico, de dimensões bem reduzidas, alimentado por uma bateria que gera 300 amperes. O quadro da moto é todo de alumínio, assim como as rodas.


Veja um pequeno vídeo da moto em ação:


A moto é meio feia, eu concordo, mas ela já está bem próxima do que seria um produto viável para substituir as motos com motores a combustão.

No Brasil já se vende alguns modelos de motocicletas elétricas inclusive fabricadas aqui e com tecnologia nácional, só no campo do marketing que os gringos estão na frente.

domingo, 7 de junho de 2009

Por que carros eléctricos?

Porque carros eléctricos?

Carros eléctricos são mais silenciosos, mais limpos e mais baratos para andar do que os carros movidos a gasolina. Quanto às razões pelas quais eles não foram totalmente aprovadas ainda - queria saber quem matou o carro elétrico.
Aqui, em poucas palavras, são algumas das principais vantagens dos veículos eléctricos:
1. A electricidade é mais barata que a do gás, e pode vir a partir de recursos renováveis como a energia solar e eólica.
2. Electric carros poluam menos de gás-powered carros (especialmente quando as fontes renováveis de energia são utilizados para gerar a eletricidade).
3. Electric carros são muito mais fiáveis e exigem menos manutenção do que gás-powered carros. Você nem precisa ter seu trimestrais mudança de óleo!
4. Utilizando-a produção de electricidade no mercado interno em vez de confiar em petróleo estrangeiro, podemos alcançar a independência energética e já não terão necessidade de participar em onerosa guerras no Médio Oriente para garantir um abastecimento de energia.
5. Automóveis eléctricos podem utilizar a rede elétrica existente em vez de exigir o desenvolvimento de uma nova e dispendiosa infra-estrutura energética (como seria o caso do hidrogênio).


Mercado no Brasil



A CAM Brasil, associada da ABVE - Associação Brasileira do Veículo Elétrico traz ao mercado brasileiro o carro elétrico a bateria - o Revai.
Com o Prêmio de Melhor Veículo Urbano no Reino Unido (2006 e 2007), circula nas ruas o Reino Unido, Índia, Grécia, Espanha e de outros países. Este elétrico a bateria pode ser recarregado em qualquer tomada elétrica 127V ou 220V, como um celular. Ideal para cidades, o Revai pode atingir 80 km/h e rodar 80 km com uma recarga completa da bateria. Com aproximadamente 4h de recarga, a bateria atinge 80% de sua capacidade; com 8h a recarga se completa. O custo por km rodado é cerca de quatro vezes menor que o de um carro convencional.
A tração é nas rodas traseiras por um motor de indução AC trifásico de 13 kW. Compacto, tem 2,63 m de comprimento, 1,32 m de largura e 1,51 m de altura. Características de projeto e dispositivos no veículo garantem atendimento aos padrões de segurança automotivo, mecânico elétrico europeu. Itens de conforto incluem ar condicionado e clilmatizador de assento.
Com adaptação interna, pode também ser utilizado, além de transporte de pessoas, para serviços de manutenção e pequenas entregas em frotas de empresas que operam em âmbito urbano. A Cam é a representante comercial dos veículos Reva na América do Sul.
Mais informações com David Ferraz no e-mail carroeletrico@cambr.com.br ou telefone (21) 2702-8184.